Cada coluna tem um nome, uma subcategoria, para alem de melhor organizar o blog e ajudar na sua leitura, explicar cada conceito, cada expressão ou sentimento.
Uma amiga me disse uma vez que quando você interpreta arte você deve olhar do ponto de vista do autor.
Absorvendo esse conceito tentei dividir os textos em tópicos(talvez um dia faça isso direito quando tiver saco pra aprender a mecher nisso), para melhor entendimento, pois é tanta aleatoriedade que escrevo que até mesmo eu me perco.
Cada um tem uma razão para escrever: uns para extravasar, para se abster de sentimentos, para se livrar ou entrar mais ainda na fossa, porque estão felizes, ou simplesmente viram um filme e estão colocando em seus textos a emoção do momento. Eu apenas escrevo, sou de momento, de ’estalo’, vem a idéia e passo para o papel, mesmo no ônibus, no trabalho, no meio do transito, vem a idéia a guardo (ou não) e passo para o papel.
Em tudo que um escritor escreve tem um pouco de seu ser, mas nem sempre funciona assim, as vezes simplesmente acontece uma tempestade de idéias, um fluxo caótico interminável, onde existem simplesmente momentos aleatórios canalizados na ponta de uma caneta ( ou no teclado de um laptop), logo não sou um maníaco depressivo, um romântico inveterado ou um contestador nato. Claro um pouco disso tudo há em mim, como em todas as pessoas, um pouco mais ou menos que o normal, quem me conhece sabe... lanço mão de personagens, cada história é única, assim como cada personagem, emoção, conto ou expressão. Tanto quando cada postagem desse blog.
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